12 de novembro de 2011

Não me conhecerás apenas por um simples retratos.

Eu amo um passado, esse que foi a historia de um amor mais lindo que já ouviram falar na qual me apaixonei tão de repente, e é merecedor de tudo que sou de tudo que fiz, eu amo as lembranças de momentos únicos, intensos de paixão. Eu amo os olhos serenos que lagrimas de amor por mim derramaram, o olhar inebriante, mágico encantador. Eu amo o sorriso de criança, o sorriso bobo que desabrochava da face, quando via meus olhos brilharem de alegria diante de um presente gentil. Eu amo o beijo, os carinhos e afagos, as palavras doces de poeta que recitava amor ao pé do ouvido.
Eu amo até a falta de  paciência para me  ensinar coisas banais do dia a dia.

Foi um passado no qual confiei meus sonhos, e os vir sendo transformodo em realidade a cada dia.
Agora me faz chorar, de tanta saudade de tanta dor por não tê-lo mais em minha vida. Eu amo o que não sei se existiu de verdade, ou foi apenas criação da minha mente. Por isso se queres saber de mim não olhes os meus retratos julgando saber-me assim.

Se quiseres mesmo saber quem sou não busque nas minhas respostas.
Quando perguntas aonde vou.
Se quiseres saber quem é esta que te sorri
Não olhe para a mulher. Que não me saberás pelo sorriso,

Não me conhecerás pelas respostas, meus retratos são imprecisos,
A cada dia traço novas rotas. Quer-se porventura, um dia,
Entender deste coração olhe meus olhos primeiro:
É neles que mora a resposta que me explica dia após dia
E me mostra por inteira.

Se quiseres saber-me de fato, recomendo-te menos cuidado,
Muito carinho, pouca fala mais riso e tato, muito tato.
Meus queridos amigos é tão bom receber carinhos e melhor ainda quando você dá aquilo que recebe. E hoje gostaria de agradecer as novas amizades e deixa aqui registrado que o encontro de ontem com os novos amigos do meu cantinho foi sensacional amei conhecer cada um de vocês e se Deus permitir 2012 tem mais. Um ótimo sábado..

Tatazinho, hoje o meu amor vai todinho pra você eu ti amooooo, felicidade hoje e sempre...
Parabéns!! 12/11/2011

8 de novembro de 2011

De nada adianta ser livre se não se sentir como tal.

Era uma vez um chatinho. Que queria conhecer o mundo , mas não podia, pois. Morreria tostado. Isso diziam os últimos chatos que com ele viviam (apesar de nunca terem visto um chato sendo tostado).chatinho era o caçula do grupo, protegidíssimo, não saia à caça. Sempre lhe ofertavam corpos quentes dos mortais. Ele cravava seus dentinhos sem desperdiçar uma única gota de sangue. Não sabia se gostava daquilo, mas, era um chatinho e tinha que fazer. Ele não precisava do sangue dos mortais, mas da admiração e aceitação dos imortais.

Até que o chatinho percebeu que só era querido pelo seu apetite voraz, pois, quando chorava suas lágrimas de sangue com sal, ninguém as percebia, afinal se tratavam de uma criatura da escuridão. E o chatinho chorou por vários dias porque ele sabia que tinha que conviver séculos a fio com as mesmas criaturas, com os mesmos aborrecimentos, ao passo que, se os outros eram seus paraísos, também era seu inferno; e imortalidade não significava plenitude. Então se percebeu como uma mentira, um mero artefato social, uma farsa na forma de mal.

Só não sabia que seu coração era portador da verdade da única verdade da qual ele tinha tanto medo

E assim ele resolveu falar de seu antigo sonho de conhecer o mundo.

Falou também que a história do mundo era sempre a mesma, se fazendo em círculos: Invenção da roda, descoberta do fogo, Revolução Industrial, de pensamento... Escolhia-se sempre à vaidade e renunciava-se ao amor, no final ele era sempre crucificado de alguma forma.

Com isso, o chatinho foi duramente censurado por seu bando, dado como um louco (mas seu coração era portador da verdade) e resolveram isola-lo em um caixão bem distante. O chatinho percebeu que começara a incomodar os outros com seus sonhos e não entendia o porquê, afinal ele não se achava assim tão sobre controle no bando. Mas entendeu logo que ficaria preso no caixão pelo resto de sua eternidade.

E lá estava ele, conseguiram me anular de vez pensava, em vez de um chatinho agora seria apenas um zero. Foi então que se lembrou de seu sonho adormecido de conhecer o mundo e esbofeteou a tampa do caixão abrindo-a na primeira tentativa. Percebeu que a tampa do caixão não estava trancada, apenas encostada. É foi assim que o chatinho percebeu que do nada adianta ser livre se não se sentir como tal.

Imediatamente o chatinho transformou-se e começou a voar__ o chatinho viram um morcego para voar, não voam pelo o que são___ voou para longe, até que avistou um corpo de uma vampira estirado no chão com uma estaca no coração. Eis que o morto conhece a morte!

O chatinho era tão protegidinho que não sabia que a única maneira de mandar uma vampira para o paraíso de fogo era acertando uma estaca em seu coração... No seu coração! Então o chatinho analisa: uma vampira só morre pelo seu coração porque o desconhece!E concluiu que de nada adiantaria cobrar dos outros e fazer alarde, se na verdade não era aquilo que sentia de fato. Porque só o seu coração o levaria ao seu sonho.

Obs. Chato é o indivíduo que tem mais interesse em nós do que nós temos nele.

Eu costumo comparar o amor a um vírus mutante. Ele pode surgir, se desenvolver, ficar incubado, desaparecer, voltar atenuado com toda a força.
Deixa-me voltar ao trampo. Uma ótima noite. Beijoooos!!..