2 de fevereiro de 2013

Odoiá Yemanjá!..





Certamente minha gente chegou um dia dela 2 de fevereiro dia de Yemanjá (ou Iemanjá, Iara, Inaê, Janaína…), e pra saudar a rainha do mar vamos com a rainha da música afro-brasileira.

 Clara Nunes – Conto de areia

Quem foi que mandou

 O seu amor

 Se fazer de canoeiro

 O vento que rola das palmas

 Arrasta o veleiro

 E leva pro meio das águas

 de Iemanjá

 E o mestre valente vagueia

 Olhando pra areia sem poder chegar

 Adeus, amor

Aqui Clara, filha de Ogum com Iansã, veste branco em homenagem a Yemanjá. Odoiá!

31 de janeiro de 2013

Sabor de infância..

Mármore

Às vezes temos que esconder o ouro! 
Receitinha da vovozinha mais.
 Fui eu que fiz!
 Sabor, que lembra minha infância com toda certeza..
Eu adoro!!!
 
Ingredientes
2 copos de água (grandes)
1 copo de leite de coco
1 pitada de sal
1/2 colher de sopa de manteiga ou margarina
5 colheres de sopa de açúcar
5 colheres de sopa de maizena
4 colheres de sopa de Nescau ou achocolatado
 

      Modo de preparo
Leve todos os ingredientes ao fogo, menos o Nescau e deixe ferver, sempre mexendo para não embolar
Depois de pronto divida o creme em outra panela, em uma delas acrescente o Nescau e retorne ao fogo.
Em um pirex coloque uma camada do creme de chocolate e outra do creme branco, continue assim até terminar.
Deixe esfriar, coloque ameixas em calda por cima.
Leve à geladeira.

 Bom apetite!

30 de janeiro de 2013

Confira abaixo o resultado de “White Noise”, do Disclosure ft. AlunaGeorge:


Que tal começar o dia ouvindo uma bela canção?
 



A mensagem de hoje é: Seja fiel aos seus ideais, não se contente com pouco. Avalie criticamente o ambiente e corte todas as pessoas e situações que não servem mais em sua vida, sobretudo pessoas que você não avalia como construtivas afinal todas as relações se pautam numa boa troca.

Que todos tenha um belo dia!!!

29 de janeiro de 2013

Curiosidade no olhar.



Mudei-me para outra cidade bem diferente e bem maior que a minha terra natal. E isto significa para mim agora não ter mais vizinhos, não conhecer o cidadão que vive na casa ao lado, na quadra ao lado, na casa em frente.
 (Exceto o bonitão).

Que mora na casa rosa a minha frente às vezes da pra ver no rosto dele  que ele fica imaginado que eu estou rindo da cara dele, mas ele não imagina que eu fico mesmo é olhando aquele jeitinho tímido e frio que ele tem. 

O máximo que ele se permite de um contato   é um "oi", meio amarelado, quando encontra alguém na padaria, alguém no açougue, na locadora; alguém que entrar em alguma casa próxima à sua. E isso me incomoda tanto as mascara que coloca no lugar do lixo, do depósito, onde se procura colocar o que é preciso e ficar escondido não visto um espelho de mil faces aonde a luz ocultar as sombras.
Escrevo este texto porque acabei de chegar a uma cidade pequena. E o que encontrei?
Pessoas nas ruas, crianças brincando, gente rindo, gente solta. Engraçado que me veio um cheiro do passado, o da minha rua. Será que era o mesmo daquele lugar?
Sentei-me na porta da pousada e fiquei ali, gostando de estar nesse lugar. Rindo sem conhecer uma pessoa sequer, mas sentindo toda situação isso é maravilhoso.
No entanto a violência fez com que as pessoas se trancassem se escondessem te  olhassem com desconfiança acaso você lance um olhar mais demorado para elas.
 E eu estou aqui parada neste momento olhando e analisando a situação como eles se permitem conhecer quem mora ao lado, na frente, na quadra ou mesmo na cidadezinha toda.
E olha para você com um olhar de curiosidade e ao mesmo tempo seus olhares são de uma tremenda doçura.  Eu sempre digo para os amigos aquelas pessoas que me cativa elas tem um olhar muito especial. E esse povo aqui tem. Esse olhar cativante. De uma maneira estranha mesmo não conseguimos compreender a realidade e a ficção se cruzam, provocando impressões que nos confundem e nos fascinam.
Essa semana promete...  Tchau, meus amores!!! 

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28 de janeiro de 2013

O que nos resta?


Quem honra aqueles que amamos com a vida que levamos?
 Quem manda monstros para nos matar, e, ao mesmo tempo, diz que nunca vamos morrer?
 Quem nos ensina o que é autêntico e a rir das mentiras?
Quem decide por que vivemos e o que morreremos defendendo?
Quem nos acorrenta?
 E quem guarda a chave que pode nos libertar?
 É você. Tem todas as armas de que precisa?.
 Durante este mês de janeiro convivendo com uma história cativante, alucinante e principalmente excitante É assim que descrevo o livro Belo Desastre.

 E aqui pra nós foi uma das minhas melhores leituras é um livro que ganhou destaque na minha coleção de livros favoritos e tem o titulo de não empestável.

 Lê suas ultimas páginas, na madrugada de sábado dentro de um avião voltando para casa foi um desafio e tanto.

 E devo dizer a vocês que no final do livro fique um tanto apreensiva. E na expectativa pelo segundo volume de Walking Disaster que esta com a previsão de lançamento para o dia 16 de abril de 2013.

Entretanto o destino às vezes pode ser um tanto irônico, mas no final sempre tem esperança. Vale muito à pena ler.( Um livro lido pela metade é igual te vivido sua historia  pela metade).

(Pelas vitimas do incêndio de Santa Maria).
Perder os que são queridos é viver o desastre a cada dia. Quando os jovens, por motivos vários, se ausentam do nosso convívio para sempre, fica uma mágoa e revolta tão grande que só esse tempo que acompanha poderá transformar esses sentimentos numa saudade mais serena.

O que nos resta?
Ficarmos cada vez mais humanizados perante o mundo e ao nos debruçarmos sobre ele estar a homenagear aqueles que partiram para nós, só fisicamente.

Que Deus a acompanhe assim como a esses pais desesperados.